
domingo, 30 de setembro de 2007
sexta-feira, 28 de setembro de 2007
quarta-feira, 26 de setembro de 2007
Prémio " Do acordar mais mal disposto, apático, impertinente, desgostoso, pessimista, melancólico e mofino."
Há dias em que a esquina da cómoda faz todo o sentido....
PS: Foi só hoje....
sábado, 22 de setembro de 2007
Mas qué qué isto?
Isto sim era um desenho animado digno.
P.S: Espero que o termo vernacular “pá” tenha conferido maior expressividade à minha revolta. Dá-lhe mais virilidade.Pá!
sexta-feira, 21 de setembro de 2007
Crime
Características? – Gelado de chocolate com pedaços de bolo de chocolate, mais conhecido por Brownie. Crime? – Ofensa à integridade física dos que se ousaram em aproximar da caixa; ataque hiperglicémico negligente de forma agravada e obstrução à colher alheia. Espero ser formalmente acusado pelo Ministério Público esta semana, mas deixem-me dizer-vos, este crime compensa. Ai se compensa.
P.S: Vá, os 900ml foram uma manobra simpática e evasiva de descrever o peso do gelado – 500gr.
E não me perguntem o valor nutricional que eu fiz questão de não ver…
terça-feira, 18 de setembro de 2007
Sinto a falta...
...De acordar com um quente sopro materno que assinalava mais um dia de pura inocência.
Desenvencilhar-me da espessa camada dos cobertores que me tapavam – sim, sou friorento – e aferir a temperatura com a ponta do meu pequeno nariz. Abandonar a toca com a aconchegante ilusão de aproveitar o presente, de forma genuína, sem perspectivas caóticas sobre o futuro. Vestir cada peça de roupa – como sendo uma armadura de um cavaleiro – e carregar às costas os utensílios da sapiente conquista. Beijar a família e partir.
Calcorrear cada pedra da calçada, chutando com malícia as que se encontravam soltas e, ouvindo os seus murmúrios ancestrais, até encontrar os trilhos certos que me guiariam até ao portão dourado da esperança.
Almejado o portão queria atravessa-lo e correr entusiasticamente para braços amigos que a noite anterior teimou em levar sem pedir licença.
Escolher a carteira que me inspirava maior confiança, marcando-a como um local de culto. Pegar nos lápis coloridos e desenhar no fundo branco da folha o melhor dos sonhos num dia cinzento de temporal.
Sentir-me seguro em cada risco traçado, cada linha construtiva do meu ser, sem receio dos tumultuosos relâmpagos.
Acompanhar o toque da campainha com um histérico e ofegante grito de:
“ Recreiiiiiiiiiiiiiooooooooooooo “.
Mesmo intimidado com a chuva, recebia-a de braços erguidos para o céu, inundando o meu pequeno corpo de água. Era motivo suficiente para pedir um caloroso abraço da singela princesa. Corpo e coração reconfortado o cérebro era facilmente iludido e tudo parecia uma onírica epopeia.
O fim do dia aproximava-se e voltava-se para casa com o sentimento que o amanhã seria ainda mais radioso.
Sinto falta desses dias.
